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De todas as áreas da Segurança, a
Contra-Espionagem é a mais nobre. Assim como uma equipe
médica que efetua um check-up no paciente, utilizando os
melhores e mais modernos equipamentos, visando diagnosticar
e curar doenças, a equipe de contra-espionagem, usando os
melhores e mais modernos equipamentos, realiza a varredura
no ambiente e na rede de telefonia do cliente, no objetivo de
detectar dispositivos de espionagem.
Na
prática, assim como um tumor que no corpo passa
desapercebido e pode vir a causar a morte do paciente, basta
uma micro escuta, implantada no ambiente ou telefone, para
alterar o destino de uma pessoa, física ou jurídica, para
sempre.
Logo, da mesma forma como os
médicos fazem uso de sofisticada tecnologia para detectar e
combater vírus e tumores, a equipe de contra-espionagem faz
o mesmo contra os "grampos", escutas, etc. A diferença é que
os médicos nem sempre conseguem vencer as doenças, mas, na
guerra contra os espiões, uma equipe de varredura bem
preparada, jamais irá perder uma batalha.
Pode parecer simples, mas não é. Para vencer a guerra, é
evidentemente necessário que haja uma, entretanto, nem
sempre há, pois, em muitos casos, o cliente sequer convoca
seu "exército". Assim como muitos pacientes não vão ao
médico, não fazem um check-up e, quando descobrem que estão
doentes, já é tarde demais, inúmeras entidades não investem
em contra-espionagem. Estas entidades, da mesma forma como
quem não vai ao médico, estupidamente ignoram o perigo,
deixam o tempo passar, contando apenas com a sorte. Muitos
médicos costumam dizer que o pior inimigo não é a doença em
si,
mas, sim, a teimosia dos pacientes. No que diz respeito à
contra-espionagem, infelizmente, não é muito diferente.
Inúmeras entidades só resolvem investir na proteção do
precioso patrimônio das informações e do conhecimento quando
é tarde demais...
Contratar regularmente serviços de
varredura ambiental e telefônica ou investir na aquisição de
equipamentos e na capacitação profissional de uma equipe
composta por funcionários da própria entidade, é a única
forma de vencer a guerra contra os espiões.
Resta avaliar se a melhor opção para a
entidade seria adquirir equipamentos ou contratar serviços.
Para bem analisarmos estas duas opções, devemos ter em mente
uma premissa maior, ou seja, varredura ambiental e
telefônica deve ser um procedimento usual, tão
rotineiro quanto fechar uma porta. Logo, varredura não é
algo que deva ser feito uma vez por mês ou por ano, mas,
sim, com a periodicidade necessária e inerente a cada caso.
Para se ter uma idéia, os gabinetes dos dirigentes de
determinadas entidades são "varridos" diariamente e, alguns,
mais do que uma vez por dia. Claro que cada caso é um caso,
e as empresas que desenvolvem novos medicamentos e, ou, os
escritórios de advocacia são, teoricamente, alvos mais
prováveis do que uma loja de flores. Um dia, quando demos
este exemplo em uma palestra, um participante se levantou e
disse que lojas de flores são também alvos de espionagem,
pois, o detetive particular contratado pela esposa de um
marido mulherengo sempre quer saber para quem ele mandou
flores...
Aproveitando este argumento que, embora citado a título de
brincadeira, é absolutamente correto, uma boa forma para se
avaliar a probabilidade de ser alvo de espiões, é responder
as seguintes perguntas:
a - O que é dito nos ambientes ou linhas telefônicas da
entidade, tem valor comercial ou político para alguém?
b - Caso positivo, qual é o poder financeiro, tecnológico e
político de quem se interessa por estas informações?
Assim, ninguém melhor do que a própria entidade para avaliar
a probabilidade de se tornar alvo de espionagem e,
sobretudo, o poder de quem pode contratar espiões.
Retomando a questão sobre se é mais vantajoso para uma
entidade investir em equipamentos ou terceirizar os
serviços, um outro aspecto vital a ser abordado é a
avaliação do dirigente da entidade sobre seus próprios
funcionários, ou seja, em relação às pessoas que, na
hipótese da aquisição dos equipamentos, iriam ser treinadas
para a execução da varredura ambiental e telefônica. Este é
um aspecto extremamente delicado, pois, muitos clientes
contratam os serviços, mesmo cientes de que a opção pela
compra dos equipamentos seria mais barata. A razão desta
escolha se deve ao fato de que estes dirigentes não confiam
na própria equipe de funcionários ou, em outros casos,
preferem terceirizar estes serviços por razões
administrativas, ou seja, entendem que a entidade não deve
focar esta atividade, mas, sim, terceirizá-la.
Para que a entidade possa decidir se contrata serviços ou
compra equipamentos e capacita sua própria equipe, uma boa
dica é, primeiro, analisar os respectivos custos envolvendo
as duas opções e, depois, entrar em contacto com a ABILITY
BR – empresa Brasileira, de capital 100% nacional,
administrada por Brasileiros – que é a entidade privada em
nosso País que dispõe de conhecimento, tecnologia e
profissionais especializados para fornecer equipamentos ou
para prestar serviços de Varredura Ambiental e Telefônica da
maneira correta, ou seja, dentro do padrão de qualidade
indispensável aos procedimentos periciais desta natureza.
Este texto é de
autoria do nosso consultor-chefe - Paulo Rogério Luz - e foi
extraído de uma de suas palestras. Assim como os demais textos
deste web-site, reproduções dependem de autorização formal da
empresa ABILITY BR Ltda.
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