A Estação Laboratorial Forense Raman e a ferramenta
ideal para a identificação de pedras preciosas, pois,
sua
base de dados de materiais inorgânicos permite a
rápida determinação da composição de pedras sob suspeita. A elevada resolução do microscópio
da Estação Laboratorial Forense Raman possibilita aos
peritos forenses detectar também os defeitos microscópicos
em pedras preciosas, bem como identificar as resinas,
e outros materiais de enchimento, utilizados na
ocultação destes defeitos. Assim, esta mesma técnica poderá ser utilizada
para a determinação da origem de pedras preciosas
através da análise das inclusões nestas existentes.
Vale lembrar que no caso de seqüestro, se o seqüestrador
exigir que o resgate seja pago em pedras preciosas,
seria possível usar gemas "marcadas" para posterior
rastreio e identificação através da Estação Laboratorial Forense Raman.
A imagem (direita) acima mostra o espectro obtido a
partir de uma mancha muito tênue num diamante lapidado,
revelando o uso de uma resina para o fechamento de uma
fissura, na tentativa de a ocultar. |